Bicho preguiça – mamífero parente dos tatus e tamanduás, são espécies remanescentes de enormes preguiças da época dos dinossauros

Xaxim pré-histórico – uma samambaia gigante
Colhereiro ou Ajaja – uma das aves mais bonitas já avistadas pelo Olhar Turístico

Bicho preguiça – mamífero parente dos tatus e tamanduás, são espécies remanescentes de enormes preguiças da época dos dinossauros

preguica_abreMamífero de metabolismo lento, move-se bem devagar nas copas das árvores da Mata Atlântica. Alimenta-se dos frutos da Embaúba, que também é chamada de árvore-da-preguiça, da ingazeira, da tararanga e da figueira. É endêmico do continente americano.

Este animal está presente em praticamente todo o território brasileiro, mas com concentração de ocorrência em alguns estados. Na Bahia é muito comum um bicho desses aparecer em uma árvore beira da estrada ou até mesmo ser criado em sistema aberto.

É uma espécie solitária e que faz tudo em cima das árvores (procriação, alimentação e descanso) só descendo uma vez por semana para necessidades fisiológicas. Isso porque seu maior predador é a grande e pesada onça-pintada, além de harpias e algumas serpentes. Suas fezes são depositadas na base das árvores, devolvendo muitos nutrientes reciclados para a mesma.

Eles podem dormir até 14 horas por dia, mas quando acordados podem virar suas cabeças até 270 graus. Outra curiosidade deste animal é que nunca bebe água, pois a absorve apenas dos alimentos em seu sistema digestivo.

Já foram encontrados fósseis inclusive de preguiças gigantes que despareceram há 10.000 anos no Brasil.

Apesar de tudo, sua maior ameaça tem sido o homem, pois com a devastação da mata, estes animais ficam mais expostos e são mais capturados. Não acostumam com a vida em cativeiro e morrem.

Lugar de preguiça é na mata.

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