Jacu ou Penélope, o pássaro das Florestas Brasileiras que produz café de qualidade, tipo exportação

Garça
A garça, uma ave singular, que aparece em todos os lugares para lembrar-nos de que a natureza deve ser respeitada.
Endêmico do Brasil, o Mico estrela é um macaco do Novo Mundo

Jacu ou Penélope, o pássaro das Florestas Brasileiras que produz café de qualidade, tipo exportação

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O jacu é mais uma das espécies avistadas pelo Olhar Turístico em suas viagens pelo Brasil.

A ave assustada e arredia consegue facilmente se camuflar e dispersar por entre as árvores e folhagens desparecendo em meio à mata. Por conta de seu jeito disperso, seu nome é usado como adjetivo pejorativo e sinônimo de caipira, tosco e jeca. É um pássaro típico de floresta, mas que tem hábitos no chão, onde passa um bom tempo também.

O Jacu também é conhecido como Penélope e é nativo das florestas latino-americanas. Só no Brasil são sete espécies diferentes.

O pássaro chega a alcançar até um metro de comprimento por vezes parecendo uma galinha com grande rabo e grandes asas. Alimenta-se de folhas, frutos e brotos, mas com hábitos diferentes em diferentes habitats.

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Este pássaro, a exemplo de um gato do mato na Sumatra (Indonésia) é responsável pela produção de um dos principais cafés de exportação Brasileira, o Jacu Coffee.


Existem fazendas de café que produzem café de grãos ingeridos pelos jacus e depois expelidos, com grande qualidade. Atualmente os grãos que proveem dos excrementos do Jacu são dos mais caros do mundo. Durante a colheita os Jacus tem a capacidade de enxergar os melhores grãos para ingeri-los e depois produzir através da excreção os melhores grãos.

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Esta é uma espécie com perigo de extinção sendo os únicos locais seguros para sua sobrevivência as reservas onde a caça é proibida.

Onde encontrar? Estes pássaros foram avistados pelo Olhar Turístico de forma arisca em Campos do Jordão, mas de forma amigável em Jundiaí, na Serra do Japi, uma Reserva da Biosfera há 50 kms da capital.

 

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A Tristeza Do Jacu

Manhoso

O Jacu que a vovó está criando
Vive preso lá no fundo do quintal.
E suas penas já caíram de desgosto
E está magro que nem um “pinica pau”
E já não canta por que vive entristecido
Por viver distante do matagal,
Dó na gente ver um passaro triste
Coitado do jacu passando mal

Há Jacu sem pena,
Há Jacu pelado
Há Jacu sofrido me deixa emocionado Bis

Faça o favor de respeitar a natureza
É um dever que todo cidadão tem
Não use armas pra matar os passarinhos
Tão bonitinhos “nunca” faz mal a ninguém

Vivem cantando na sombra do Juazeiro
De manhã cedo quando vem saindo o Sol

Canta galo na campina e bem-te-vi,
O Jacu, Patativa e Rouxinol.

Há Jacu sem pena,
Há Jacu pelado
Há Jacu sofrido me deixa emocionado Bis